10 dezembro 2015

Gestão Pessoal para Excelência Profissional

Gestão Pessoal para Excelência Profissional

Uma União de 18 autores nos mais diversos seguimentos profissionais para melhor apresentar métodos de Gestão Pessoal como ferramenta no crescimento Profissional.

O LIVRO:

A arte de lapidar-se

Desde que nascemos somos convidados a pensar e viver no mundo em termos de certo e errado. O que na infância é ensinado por meio de fábulas para uma consciência embrionária, ao longo do tempo adquire certa sofisticação: o que é adequado ou não, o que convém ou não, o que é benéfico ou não.

À luz da filosofia, da religião, do simples bom senso ou de qualquer cartilha que se escolha para a lapidação de uma conduta moral e ética, não demora muito para percebermos a relatividade das decisões. O que é certo para mim pode não ser para outra pessoa; o que é conveniente para mim pode ser prejudicial a outra. E tudo pode mudar com o passar do tempo, adquirindo novas nuances e verdades que impactam na leitura de mundo e no movimento de cada um pela vida.

Noves fora, o que fica é o processo. Lapidar-se, dia-a-dia, seja de forma intuitiva ou com o auxílio de uma ou algumas das tantas ferramentas de que dispomos atualmente, qualifica os dias, amplia consciência, estabelece novas conexões com outras pessoas e com as próprias potencialidades - somente para quem se habilita, evidentemente, tomando as rédeas de sua vida, de sua carreira, agindo em relação aos acontecimentos e desafios e não simplesmente 're-agindo' a eles. 

É disso que este livro trata. Um time de especialistas foi selecionado para abordar assuntos relacionados ao mundo corporativo, pela perspectiva pessoal. Porque é inegável a influência da vida privada no desempenho profissional. Gestão para buscar a excelência, pelo viés nesta obra adotado, pressupõe visão completa de cada ser humano. Podemos ser múltiplos em nosso cotidiano, com interesse e envolvimento em várias áreas, mas em essência somos uno e se não cuidarmos de nós mesmos dessa forma, ao invés de múltiplos nos tornaremos apenas fragmentados. 
                                                             Sandra Veroneze

MEU ARTIGO:



Neste Livro abordo o tema NÃO SE NASCE HOMEM.TORNA-SE HOMEM. 

Um convite a todos a refletirem sobre os homens do tempo modernos e a formação do Ser Homem. 


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Os homens sempre estão em busca de aprendizados sobre competências, habilidades e outros atributos que possam elevar ainda mais sua realização profissional e pessoal. Porém, uma busca em particular costuma ser despercebida pela maioria e refere-se à real formação do Ser Homem atualmente objeto de estudos e vivências do Sagrado Masculino.
....

Nesta linha busco apresentar um entendimento do adoecimento no Ser Homem e a busca por esta cura que se faz necessário para o equilíbrio e para o crescimento pessoal que refletirá no seu crescimento profissional.


                                                                    Jachson Bispo





LANÇAMENTO:



                                                                 Fonte: Correio do Povo



CONTATOS E AQUISIÇÃO:


Sandra Veroneze
Twitter: @sandrazveroneze
51 3573 3455 / 9370 0619

ou

Jachson Bispo

jachsonbispo@gmail.com
Twitter: @jachsonbispo
13 981086000





05 outubro 2015

Quem sou e onde estou?

Vou fazer uma breve apresentação de quem sou e onde podem me encontrar. 

QUEM SOU:
Sou Enfermeiro do trabalho, especialista em Gestão Integrada da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Responsabilidade Social e Gestão e Auditoria em Serviço de Saúde. Coordenador do Programa de Melhoria Qualidade de Vida Da Guarda Portuária Da Companhia Docas Do Estado De São Paulo. Simpatizante dos movimentos sociais e interessado em políticas públicas. Sacerdote dos Deus Antigos, facilitador das Rodas de Cura do Sagrado Masculino. Homossexual, Casado e Pai de família. Espiritualizado e humano. 

 O QUE ESTOU FAZENDO:

Membro do movimento de curo do Homem - GUERREIROS DO CORAÇÃO.
Membro da Irmandade Rosa Negra que trabalha a Bruxaria e Consciência da Nova Era.
Sacerdote do Circulo de Bruxaria Amantes da Terra que antes já foi o Coven Amantes de Ísis. 

Abaixo alguns outros locais para trocarmos figurinhas e sites que colaboro:

1 - https://www.facebook.com/jachson.bispo
2 - https://www.facebook.com/BMW-Bruxaria-Magia-e-Wicca-559832870756327/timeline/?ref=bookmarks
3 - https://www.facebook.com/C%C3%ADrculo-de-Bruxaria-Amantes-da-Terra-112867325439972/timeline/?ref=bookmarks
4 - http://ask.fm/JachsonBispo
5 - http://jachson.blogspot.com.br/
6 - https://twitter.com/JachsonBispo
7 - https://www.facebook.com/Tradi%C3%A7%C3%A3o-Imortais-da-Terra-186561878088824/timeline/
8 - http://www.imortaisdaterra.com.br/
9 -http://www.guerreirosdocoracao.com.br/
...
tem mais.. mas acho que ja ta bom pra começar....

Boa leitura a todos e me add... e sintam se a vontade para tirarem duvidas. 

08 setembro 2015

O Verdadeiro Valor Desfile de 7 de Setembro


Anualmente a população brasileira vai as ruas de suas cidades assistir  ao tão esperado desfile cívico ou o Desfile de 7 (Sete) de Setembro.
O desfile é parte importante da comemoração do episódio conhecido como “Grito do Ipiranga”, ocorreu às margens do Riacho Ipiranga, onde o príncipe regente Dom Pedro I gritou “Independência ou Morte” e declarou a liberdade política, econômica e social do país.
 Esse fato marcou o fim do domínio português e a conquista da autonomia do Brasil. Muitas tentativas ocorreram e algumas pessoas morreram na luta por este ideal.
Daí percebe-se a importância de uma data como esta ser lembrada e comemorada por todos os brasileiros. O desfile cívico do dia 7 de Setembro serve justamente para lembrar uma data que simboliza a autonomia conquistada e a determinação do povo brasileiro, característica inerente dessa população, Antes os desfiles eram somente realizados pelas forças armadas brasileira.
Com o passar do tempo, essa tradição passou a ser apenas mais uma data comum no calendário de algumas cidades brasileiras, e que as escolas, juntamente com suas bandas liras passaram organiza-se para apresentar o melhor espetáculo possível a seus expectadores que iam as ruas. 
Não é um concurso e sim uma união popular por um bem único, com o apoio de cada prefeitura, as escolas mostram a sua comunidade através desta apresentação seus bens maiores da região, sua cultural (danças, folclores, mitos e outros) , suas riquezas econômicas (Agricultura, industrial e artesanatos) e toda sua diversidade humana. 
Ganhamos com a democracia que nos rege, nos proporcionando tamanha liberdade hoje as escolas a manifestarem através do desfile todo o trabalho desenvolvido intra-muros (Respeito a diversidade cultural, inclusão social e tantos outros valores). Seja clamando por paz, pedindo inclusão social, mostrando o real valor do Civilidade.



17 novembro 2014

GEB

GEB

No começo dos tempos, quando nada ainda havia sido criado, o Deus-Sol existia só numa massa aquosa que cobria o universo. Então, ele concedeu duas outras deidades, cuspindo-as de sua boca: O Deus Shu, personificação do ar e a Deusa Tefnut, personificação do orvalho. Ambos, por sua vez, geraram duas crianças gêmeas: Geb, o Deus-terra, e Nut, Deusa do céu. 

Finalmente, Geb e Nut deram à luz quatro crianças: Osíris e sua esposa Ísis, Seth e sua espoa Néftis. Esses nove Deuses compunham a enéade de Heliópolis, a mais imortante congregação de Deuses do panteão egípcio. Geb, que também pode ser citado nos textos egípcios como Seb, Keb, Kebb, Qeb ou Gebb, sendo originário, de acordo com a doutrina heliopolitana, de uma linhagem de importantes Deuses e representando a terra, desempenhava papel de destaque na mitologia egípcia. 

Geb é o Deus egípcio da terra, e também é considerando Deus da morte, pois acreditava-se que ele aprisionava espírito maus, para que não pudessem ir para o céu. Estimula o mundo material dos indivíduos e lhes assegura enterro no solo após a morte. Umedece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade o túmulo. Este Deus muitas vezes é retratado sob Nut sua esposa, a Deusa que representa o céu, juntos os dois formam a união entre a terra e céu. Geb é usualmente representado na forma de um homem barbado trazendo na cabeça um ganso ou a Coroa Branca com adornos, conhecida por Coroa Ritual (atef). Também podia ser retratado simplesmente como um ganso, palavra cuja grafia em egípcio também era Geb, e essa ave era seu símbolo, seu animal sagrado e fazia parte da grafia de seu nome em hieróglifos.



GEB é usualmente representado na forma de um homem barbado trazendo na cabeça um ganso ou a Coroa Branca com adornos, conhecida por Coroa Ritual (atef). Também podia ser retratado simplesmente como um ganso, palavra cuja grafia em egípcio também era Geb, e essa ave era seu símbolo, seu animal sagrado e fazia parte da grafia de seu nome em hieróglifos: 






Por essa associação com o ganso ele é amiúde denominado o Grande Cacarejador e sua filha Ísis às vezes recebia o epíteto de Ovo do Ganso. Geralmente surge como um homem com a pele verde ou preta, a cor das coisas vivas: a vegetação e o lodo fértil do Nilo, respectivamente. Também frequentemente era desenhado deitado de lado sobre a terra, com plantas brotando de seu corpo. Sendo o Deus-terra, a terra formava o seu corpo e era chamada de A Casa de Geb, assim como o ar era chamado de A Casa de Shu, e o céu A Casa de Rá. Outra crença era a de que ele era a divindade supridora dos minerais e das pedras preciosas e, por isso, também era o Deus das minas. Em síntese, era um Deus provedor de tudo: pedras, alimentos, plantas que cresciam às margens do Nilo, etc. Os terremotos, acreditava-se, eram as risadas de Geb.
Em hinos e outros composições o Deus Geb é denominado de erpa, ou seja, pai ou chefe hereditário dos Deuses, numa alusão aos seus quatro filhos. Originalmente Deus da terra e da fertilidade, mais tarde passou a ser uma divindade dos mortos já que é no seio da terra que os mortos são depositados. Nesse sentido ele desempenha papel muito importante no Livro dos Mortos. Ali ele aparece como um dos Deuses que assistem à pesagem do coração do defunto no Saguão das Duas Verdades. A pessoa com integridade moral, conhecedora das palavras mágicas necessárias, seria capaz de se evadir da terra e Geb as guiava para o céu e dava-lhes alimento e bebidas. Os maus, entretanto, seriam presas fáceis de Geb, que, então, aprisionava o morto em seu próprio corpo — a terra. Assim como a Deusa Nut era representada frequentemente na tampa dos ataúdes, Geb era representado no fundo, de maneira que o defunto ficava enclausurado entre as duas divindades.
Os egípcios acreditam que nos tempos pré-históricos o país tinha sido governado por Deuses, que estavam fisicamente presentes. Algumas listas bem antigas de reis apresentam o terceiro faraó divino como tendo sido Geb. Rá e Shu gavernaram antes dele e Osíris, depois. O Deus-terra teria defendido o direito de Hórus de ocupar o trono quando da luta deste contra Seth e, por isso, era entendido como divindade protetora do faraó. E já que os egípcios acreditavam que o faraó era a imagem viva de Hórus, o rei era conhecido como o Herdeiro de Geb. E ainda mais, em homenagem ao grande rei que ele havia sido e pela admiração que granjeara como soberano, o trono do faraó era conhecido pelo epíteto de O Trono de Geb. Uma estela do Período Tardio (c. 712 a 332 a.C.) narra como Geb se apaixonou pela própria mãe, Tefnut. Ele a desejava ardentemente e viajou por todo o Egito até que seu pai, Shu, que era o faraó reinante, morresse. Nesse dia, Geb entrou no palácio de seu pai em Mênfis, procurou Tefnut e estuprou-a violentamente. Ao que parece, ele não foi punido por isso. Tornou-se um rei poderoso e ganhou o título exclusivo de Herdeiro dos Deuses.
Não existia um distrito ou cidade dedicada especificamente a essa divindade. Não sabemos em que localidade ela foi cultuada pela primeira vez. Sabe-se, entretanto, que uma certa extensão das propriedades do templo em Apolinópolis Magna foi dedicada a esse Deus e que um dos nomes da cidade de Dendera era a casa dos filhos de Geb. Mas o seu principal centro de culto parece ter sido Heliópolis, onde ele e sua esposa Nut produziram o Grande Ovo do qual se originou o Deus-Sol na forma de um pássaro conhecido pelos egípcios como Ave Benu e pelos gregos como Fênix. O ovo sempre foi, para os antigos egípcios, um símbolo de renovação, simbolismo que até hoje mantemos por ocasião da páscoa.





O céu é o corpo de Nut, arqueado de horizonte a horizonte. Geb é a terra, situado abaixo dela. Durante o dia, Nut e Geb estão separados, mas a cada noite Nut vem para baixo para encontrar Geb e isso faz com que a escuridão predomine. Se acontecem tempestades durante o dia, acreditava-se que Nut  tinha chegado mais perto da terra.

Geb também era considerado Deus da morte, pois não deixava os maus espíritos subirem aos céus, para que eles não pudessem prejudicar Nut. Ele segurava os corpos dos mortos para que pudessem passar a eternidade, seguros em seus túmulos. Tinha as cores verdes representando a fertilidade e vida, e o preto representando a lama fértil do rio Nilo, sendo responsável pelas bem sucedidas colheitas.

Nut casou-se com o rei dos Deuses, Rá, mas ela estava apaixonada por Geb. Quando Rá descobriu, ele estava com raiva e disse que Nut não poderia dar origem a todos os filhos durante os 360 dias do ano. Nut foi infeliz e pediu ao Deus da sabedoria, Thoth, para ajudá-la.

Neste momento, a Lua estava tão brilhante como o sol. Thoth pegou uma luz lunar, então a Lua ficava maior e menor a cada mês.  Com esta luz, Thoth fez cinco novos dias, portanto, agora o ano é de 365. Nut deu à luz aos filhos, seus cinco filhos, nesses cinco dias. Quando Osíris, o mais velho nasceu, uma grande voz, disse “O Senhor de toda a terra nasceu.” Seth, seu irmão, nasceu odiando Osíris.


Fonte:

22 agosto 2014

Aprendendo sobre Cristais

Work Witch - Cristais e seu uso mágico: http://youtu.be/E7RZXmpmXfs